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Produtores querem transformar caipirinha no drinque da Copa de 2014

A genuinamente brasileira caipirinha foi lançada ontem como a bebida oficial da Copa do Mundo de 2014 na 15ª Expocachaça, durante a abertura da feira para o público no Expominas, no Bairro da Gameleira, Região Oeste de Belo Horizonte. A ideia dos organizadores do evento, que vai movimentar R$ 14 milhões em cinco dias de feira, que vai até domingo, é lançar a bebida como o “welcome drink”, ou drinque de entrada de boas-vindas para os turistas no país. “Em vez de brindar os hóspedes nos hotéis com champanhe, vamos receber com nossa caipirinha. Champanhe eles tomam na França”, defende José Lúcio Mendes, diretor de Marketing da Expocachaça. Ele espera que os 600 mil turistas aguardados na Copa vão se tornar os futuros “embaixadores” da bebida pelo mundo.

Em convênio com o Senac, o Centro Brasileiro de Referência da Cachaça prepara projeto para introduzir a carta de caipirinha e de cachaça, a exemplo da carta de vinho, frente ao setor hoteleiro, bares e restaurantes das 12 cidades-sede da Copa do Mundo. “A tendência é oferecer um drinque mais leve, elaborado com água mineral e frutas exóticas, que vai descer redondo em nosso país tropical. Não é ficar restrito à mistura de limão, açúcar e gelo”, diz Mendes, que aproveita a chance para passar a receita da caipirinha verde e rosa criada por Jamelão, o intérprete de samba da Mangueira.

Bebida promete encantar turistas (Victor Schwaner/Divulgacao)  
Bebida promete encantar turistas
Para começo de conversa, a feira já passou a oferecer desde ontem cursos gratuitos de culinária e de coquetéis a base de cachaça para o público, incluindo temas como “Cozinhando com o Chef”, “Coquetéis à Base de Cachaça”, “Harmonização de Cervejas” e “Petiscos Mineiros”. Segundo a organização da Expocachaça, para divulgar a caipirinha é preciso promover o treinamento dos barmen para que, além de preparar os drinques, saibam falar com conhecimento sobre a bebida. Uma das lições do curso de coqueleteria é que, como forma de melhorar a aparência do drinque, em vez de fazer o limão picadinho, o barman deve colocar três rodelas de limão escoradas nas paredes do copo e bater apenas o suco de meio limão com o gelo e a cachaça.

Patrimônio

Em sua 15ª versão, a Expocachaça reconhece a cachaça, matéria-prima da caipirinha, como patrimônio histórico de Minas e pátria da famosa Anísio Santiago, a ex-Havana. Maior produtor nacional de cachaça de alambique (artesanal), Minas responde por 60% do volume da produção nacional, com cerca de 260 milhões de litros/ano, do total aproximado de 500 milhões de litros/ano. “Será uma decisão acertada porque a caipirinha representa o Brasil. Os turistas já chegam aqui querendo experimentar a caipirinha, assim como a vodka na Rússia e o saquê no Japão”, lembra Paulo Nonaka, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas (Abrasel-MG).

 

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